sexta-feira, 19 de março de 2010

Já se navegava há 130mil anos, mas só se escreve há 6MIL!!! 0.0

Uma das muitas coisas que me leva a não ter fé na teoria religiosa evolucionista é o facto do conhecimento humano se desenvolver rapidamente. O que é que isso tem a ver, perguntam vocês…

Pois bem, os evolucionistas acreditam que o Homo erectus, um ser humano que até tinha capacidade para falar, está na terra há cerca de 2 milhões de anos. Não obstante, eles acreditam que estes seres humanos só nos últimos 10.000 anos da História é que descobriram coisas como a agricultura, criaram civilizações, monumentos gigantes, foguetões e blogues. O conto evolucionista custa a engolir porque nós sabemos que, em 6000 anos de História registada, o conhecimento progrediu de uma forma devastadora. Mas aí vem o evolucionista e saca do bolso uns milhões de anos que nunca ninguém viu nem registou, onde o conhecimento parece ter estado estagnado.

Navegação começou 100 mil anos antes do que se pensava

Esta notícia saiu esta semana e serve muito bem como exemplo do assunto que está a ser discutido. Segundo os conceitos de datação evolucionistas, ferramentas de pedra encontradas na ilha de Creta indicam que os humanos de há 130 mil anos (130.000) já navegavam pelo Mediterrâneo. Uma vez que segundo eles Creta é uma ilha desde há 5 milhões de anos, aquelas ferramentas têm de ter sido trazidas para lá por alguém que navegou até ao local.
Eis o que o dr. Thomas Strasser disse, referindo-se ás ferramentas: “Ficámos completamente atónitos. Aquelas coisas não deveriam estar lá“.
Vamos assumir a datação evolucionista por algum tempo. O evolucionista conta-nos a histórinha de que há 130 mil anos já havia seres humanos que tinham conhecimento de navegação mas só 120 mil anos depois é que se lembraram de criar um alfabeto e registar a sua História. A treta não pega.

Mesmo se ignorássemos estes últimos dados, os evolucionistas já acreditavam que os seres humanos de há 30 mil anos navegavam. Ora, um dos primeiros interesses de quem navega seria registar as suas observações, partilhá-las com os outros. Simplesmente não faz sentido seres humanos já andarem a conhecer o planeta há coisa de 130 mil anos e não desenvolverem uma forma de escrita para registar as observações marítimas, eventuais trocas comerciais, o conhecimento de como se constroem barcos, etc.

CONCLUSÃO
Como já foi dito, a História escrita – aquela que pode ser lida e conhecida sem ter de recorrer a especulação – tem entre 5500 e 6000 anos. Todos os cenários que se constroem para além dessa idade é pura especulação e interpretação subjectiva. Para além disso, essa interpretação não faz nenhum sentido, à luz daquilo que sabemos a respeito da acumulação do conhecimento e desenvolvimento tecnológico.
Fonte: Blog A lógica do Sabino

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Cientistas acham 3 mil pegadas de dinossauro na China

Arqueólogos chineses disseram ter descoberto mais de 3 mil pegadas de dinossauro, todas apontando para a mesma direção. As marcas, que os cientistas acreditam terem sido deixadas por seis tipos diferentes de dinossauros há mais de 100 milhões de anos [sic], foram encontradas na província de Shandong, no leste do país. Elas variam de 10 cm a 80 cm e pertencem a várias espécies, como o tiranossauro, o hadrossauro e o celurosauro. Segundo a agência de notícias oficial da China, Xinhua, os arqueólogos creem que as pegadas representam uma migração ou uma tentativa em pânico de escapar de predadores.

As marcas foram descobertas em uma vala localizada em uma encosta de rochas de cerca de 2,6 mil metros quadrados. Foram necessários três meses de trabalhos de escavação para chegar até o sítio arqueológico.

Fósseis de dinossauros foram encontrados em cerca de 30 sítios arqueológicos na área de Zhucheng – tanto que a cidade de Zhucheng é também conhecida como "a cidade dos dinossauros".


O que teria posto tiranossauros e outros grandes répteis para correr? Que predador terrível seria esse capaz de pôr três mil dinossauros em fuga? E se foi apenas migração, por que esses dinossauros de espécies diferentes estariam juntos e fugindo na lama? (Lembre-se de que para haver fossilização de pegadas é preciso que que o animal pise na lama e que essa pegada seja coberta por mais lama, em seguida.) Mais parece que estavam fugindo de alguma catástrofe hídrica... (Michelson Borges)

Nota: Analisando os posts passados fica claro que o homem conviveu com os dinossauros, e que houve um dilúvio universal. Essas pegadas representam a fuga de vários dinossauros, que estavam localizados numa mesma área, das águas do dilúvio.

O dilema do ateu em relação aos ossos de dinossauro

Imagina que tu és um ateu intelectulamente realizado cheio de argumentos que “refutam” o Deus Criador. Não só isso, mas tiveste o cuidado de te rodeares de pessoas que têm a mesma fé que tu tens (impedindo assim de ouvires coisas menos boas como “pecado”, “julgamento” e “inferno”). Não só isso, mas tu observas o comportamento de alguns “cristãos” e dizes “Se isto é o que é ser cristão, então eu prefiro uma Coca Cola!“. Não só isso, mas tu ligas a TV e vês várias procissões de cientistas ateus afirmarem que a “evolução é um facto”, e que não há “alternativa científica” à versão ateísta das nossas origens. Tu tens isso tudo, mas de repente algo acontece.


Um pouco por todo o mundo cientistas começam a desenterrar ossos de dinossauro que contém matéria orgânica no seu interior (link 1/link 2). As implicações começam a ser perfeitamente entendidas e como tal há que encontrar explicações para esse facto. Explicações que não envolvam Deus, claro. Os ateus conversam entre si àcerca do “excelente estado de preservação” destes componentes orgânicos, enquanto outros questionam que tipo de fossilização é esta que é capaz de preservar proteínas durante mais de 65 milhões de anos (!).

Tu observas estas discussões mas repares imediatamente que há algo que não está certo. Há algo que não está a ser falado. Tu perguntas-te várias vezes sobre o porquê de ninguém questionar a idade dos tais fósseis. Afinal, se o propósito é fazer ciência, devem-se considerar todas as hipóteses e apresentar evidências confirmadoras.

Tu mesmo como ateu já usaste a tão mal entendida “Navalha de Occam” contra os cristãos , mas agora observas que a mesma está a ser posta de lado quando se postulam as motivos da presença de matéria orgânica nos fósseis. Se existe matéria orgânica dentro de ossos de dinossauro, a explicação mais lógica é a de que os mesmos são recentes.

Mas não pode ser, dizes tu. Esses ossos têm que ter milhões de anos senão a teoria da evolução está errada. E se a teoria da evolução está errada, e como os evolucionistas sempre disseram que como a teoria da Criação está errada portanto a evolução está certa (ex: Stephen Jay Gould), o inverso é perfeitamente aceitável: como a teoria da evolução está errada, então isso fortifica a Versão Bíblica das nossas origens.

Não, não pode ser. Deve haver algo de errado com esses ossos. Esses cientistas que fazem esses estudos devem ser todos criacionistas ignorantes. Independentemente do que se observa, esses ossos têm que ter milhões de anos!

……………………

Este pequeno texto elucida bem a razão que leva os evolucionistas a rejeitarem as observações em favor da evolução. Para qualquer pessoa não ébria com o darWINE a presença de matéria orgânica em ossos de dinossauro seria evidência mais do que suficiente para se concluir que os mesmos não são assim tão antigos. No entanto, sabendo que isso favorece a Bíblia, os ateus procuram outras “explicações” bem mais de acordo com a crença nos milhões de anos. As observações são, então, reinterpretadas e os dados são cuidadosamente seleccionados de modo a manter a ilusão dos milhões de anos.

Apesar do factor tempo ser o que mais facilmente destrói o mito ateu conhecido como “teoria da evolução”, por incrível que pareça muitos cristãos deixam esse ângulo totalmente intocável. Eles mostram (e muito bem) os limites das variações, a falta de fósseis transicionais, inexistência de uma força não-inteligente com capacidade de gerar sistemas de informação, mas não questionam os milhões de anos.

Nesse aspecto, os ateus vêem mais além do que nós cristãos. Eles sabem que, se o universo é jovem, o seu mito perde tudo o que professa, e como tal fazem os possíveis para não se questionar esse facto.

A ciência continua, no entanto, a fazer um excelente trabalho na destruição da teoria da evolução, mas os ateus não parecem estar a aceitar os dados que os cientistas revelam so mundo. Isso só serve para mostrar que não é por causa da ciência que os ateus rejeitam Deus, mas sim por outras causas. Deus diz-nos quais são essas outras causas (Romanos 1):

Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda a impiedade e injustiça dos homens, que detêm a verdade em injustiça.

Porquanto, o que de Deus se pode conhecer, neles se manifesta, porque Deus lho manifestou.

Porque as Suas Coisas Invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o Seu Eterno Poder, como a Sua Divindade, se entendem, e claramente se vêem, pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inexcusáveis;

Porquanto, tendo conhecido a Deus, não O glorificaram como Deus, nem Lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu.

Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos,

E mudaram a Glória do Deus Incorruptível, em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis.

Pelo que, também, Deus os entregou às concupiscências dos seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si;

Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é Bendito eternamente.

Ámen.

A razão pela qual os ateus rejeitam o Deus Criador centra-se mais com a moral que eles criaram para si do que com as evidências científicas.

Mas um dia eles vão professar que Deus existe e confessar que o Senhor Jesus Cristo é o Filho de Deus, para Glória do Pai. O nosso trabalho como cristãos é orar para que isso acontece antes da sua alma abandonar o corpo, porque se a sua profissão só acontecer depois de mortos, vai ser tarde demais.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Oceanos podem estar escondidos dentro da Terra

Eis que novas investigações indicam que podem existir oceanos por debaixo da superfície terrestre.

Estudos medindo a eletrocondutividade no interior do planeta indicam que talvez haja imensos oceanos sob a superfície da Terra. A água é um condutor extremamente eficiente de eletricidade. Por isso, cientistas da Oregon State University, nos Estados Unidos, acreditam que altos níveis de condutividade elétrica em partes do manto terrestre – região espessa situada entre a crosta terrestre e o núcleo – poderiam ser um indício da presença de água. Os investigadores criaram o primeiro mapa global tridimensional de condutividade elétrica do manto. Os resultados do estudo foram publicados nesta semana na revista científica Nature.


As áreas de alta condutividade coincidem com zonas de subducção, regiões onde as placas tectônicas - blocos rígidos que compõem a superfície da Terra - entram em contato e uma, geralmente a mais densa, afunda sob a outra em direção ao manto. Geólogos acreditam que as zonas de subducção sejam mais frias do que outras áreas do manto e, portanto, deveriam apresentar menor condutividade.

"Nosso estudo claramente mostra uma associação próxima entre zonas de subducção e alta condutividade. A explicação mais simples seria (a presença de) água", disse o geólogo Adam Schultz, coautor do estudo.

Apesar dos avanços tecnológicos, especialistas não sabem ao certo quanta água existe sob o fundo do mar e quanto dessa água chega ao manto. "Na verdade, não sabemos realmente quanta água existe na Terra", disse um outro especialista envolvido no estudo, o oceanógrafo Gary Egbert. "Existem alguns indícios de que haveria muitas vezes mais água sob o fundo do mar do que em todos os oceanos do mundo combinados."

Segundo o pesquisador, o novo estudo pode ajudar a esclarecer essas questões.

A presença de água no interior da Terra teria muitas possíveis implicações. A água interage com minerais de formas diferentes em profundidades diferentes. Pequenas quantidades de água podem mudar as propriedades físicas das rochas, alterar a viscosidade de materiais presentes no manto, auxiliar na formação de colunas de rocha quente e, finalmente, afetar o que acontece na superfície do planeta.

Se a condutividade revelada pelo estudo for mesmo resultado da presença de água, o próximo passo seria explicar como ela chegou lá. "Se a água não estiver sendo empurrada para baixo pelas placas, seria ela primordial? (Estaria) lá embaixo há bilhões de anos?" [sic], pergunta Schultz.

"E se foi levada para baixo à medida que as placas lentamente afundam, seria isso um indício de que o planeta já foi muito mais cheio de água em tempos longínquos? Essas são questões fascinantes para as quais ainda não temos respostas."

Os cientistas esperam, no futuro, poder dizer quanta água estaria presente no manto, presa entre as rochas.

Este estudo teve o apoio da Nasa, a agência espacial americana.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

As ÁGUAS do Dilúvio

Relativamente ao dilúvio bíblico, uma das coisas que os cépticos mais gostam de papaguear é: a água proveniente das nuvens não era suficiente para cobrir toda a Terra. Eles dizem também que, mesmo que tal acontecesse, a temperatura gerada mataria todos os que estivessem na arca. Também dizem que se as águas tivessem cobrido o Evereste, a pressão atmosférica mataria toda a vida marinha. Este post do blogue Ceticismo pretende “desmascarar” o dilúvio de Noé. Entre outros pontos já discutidos e refutados (Ver: Dilúvio e Arca de Noé), um dos que tem especial atenção é este da origem das águas. Uns bons 70% do post são dedicados a mostrar como a água das nuvens não poderia ter cobrido pontos altos como o Evereste.

O problema, claro está, é que este tipo de críticas ataca um dilúvio de palha. O que isto quer dizer é que os críticos criam para si o seu próprio acontecimento diluviano, que está em desacordo com o dilúvio bíblico, e depois refutam a caricatura que eles próprios criaram. Dois erros fundamentais são cometidos:

1) Assumem que a água só veio das nuvens;
2) Assumem que as formações rochosas mais altas de hoje já existiam aquando do dilúvio.

A água não veio só das nuvens

A Bíblia diz-nos de onde vieram as águas que inundaram o planeta:

No ano seiscentos da vida de Noé, no mês segundo, aos dezessete dias do mês, romperam-se todas as fontes do grande abismo, e as janelas do céu se abriram” (Génesis 7:11)

Ou seja, as águas não vieram só de cima. Também vieram de baixo. As fontes do grande abismo referem-se a uma espécie de sistema subterrâneo de reservatórios de água que, aquando do dilúvio, se precipitaram sobre a superfície terrestre. Muito provavelmente como hoje vemos os geysers actuarem.

Relativamente a isto, é interessante notar que, mesmo hoje, existe água suficientedebaixo da Terra para substituir a água dos oceanos mais de 10 vezes.

Mesmo nos oceanos temos água suficiente para cobrir toda a Terra. A superfície terrestre não está nivelada. As bacias oceânicas são extensas e profundas e as áreas terrestres são elevadas. Se a superfície terrestre estivesse ao mesmo nível, a água que temos nos oceanos seria suficiente para cobrir o globo.

Ocean_Floor

Fonte: Ocean Floor Bathymetry

As águas estiveram em cima do Monte Evereste?

Eu gosto de dizer que não foram as águas que estiveram em cima do Monte Evereste mas sim que o Monte Evereste esteve em baixo das águas. Isto é, já existiam montanhas altas antes do dilúvio, no entanto, eram bem mais baixas do que as montanhas mais elevadas que existem hoje. A elevação de partes da superfície terrestre está enquadrada no modelo criacionista da Tectónica de Placas Catastrófica, proposta pelo geofísico John Baumgardner (1,2).

A existência de fósseis marinhos no topo de altas montanhas como o Evereste e os Himalaias mostram isso mesmo, que eles já estiveram debaixo das águas, como podemos ver nos links abaixo:

-Existem fósseis de baleias e outros animais marinhos na Cordilheira dos Andes, na América do Sul.

-Existem fósseis de tubarões e outros animais marinhos na Cordilheira do Atlas, em Marrocos.

-Existem fósseis de animais marinhos nos Himalaias, na Ásia.

-Existem fósseis de animais marinhos no Evereste, na Ásia.

-Existem fósseis de animais marinhos em montanhas na China (Ver AQUI e AQUI).

O facto de encontrarmos milhares de fósseis muito acima do nível das águas é evidência de que a terra já esteve debaixo delas. Claro que não esperem que o cético admita que tudo isto é evidência do dilúvio de Noé. Pedro diz-nos que eles de propósito ignoram que o planeta esteve coberto de água (II Pedro 3:5-6). Por outras palavras, são burros de propósito!

Salmos 104:8 dá umas luzes a respeito deste cenário: “Elevaram-se as montanhas, desceram os vales, até o lugar que lhes determinaste[*1].


Fonte: A Lógica do Sabino

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Documentário: "O Êxodo Decifrado"

Neste documentário novas evidências científicas detectam a localização temporal do texto bíblico do Êxodo e as causas que teriam levado à saída do povo hebreu das terras egípcias. Ele assinala que o êxodo teria coincidido com a erupção do vulcão Santorini. Além disso, é possível que as pragas bíblicas tenham acontecido em conseqüência de um colapso no delta do Nilo, produto de um gigantesco cataclismo. Este programa único conta com a participação do famoso diretor James Cameron. Muito interessante, vale a pena conferir.


sábado, 7 de novembro de 2009

As várias versões do dilúvio espalhadas pelo mundo

Tradições de um dilúvio que varreu a terra abundam na literatura de vários povos de todo o mundo. Algumas delas[*1]:

Grécia

Os gregos antigos diziam que Deucalião fora avisado de que os deuses iam trazer uma inundação à Terra por causa da maldade dos seus habitantes. Por isso, Deucalião construiu uma arca para sobreviver à catástrofe. No final do dilúvio, essa arca teria pousado no Monte Parnaso.

Índia

A tradição hindu conta que Manu foi avisado de uma inundação, tendo construído um navio no qual só ele escapou.

China

A tradição chinesa diz que Fa-He, fundador da civilização, escapou com a esposa, três filhos e três filhas, de uma inundação resultante da rebelião do homem contra o Céu.

Ilhas Fiji

Os habitantes de Fiji contam que no Dilúvio só se salvaram 8 pessoas.

Perú

Os peruanos dizem que um homem e uma mulher se salvaram num caixão que ficou flutuando nas águas da inundação.

México

A tradição mexicana diz que um homem, sua mulher e filhos, dentro de um navio, foram salvos de um Dilúvio que cobriu a Terra.

Inglaterra

Os druidas conservavam a tradição de que o mundo tinha sido povoado de novo por um justo patriarca, que se salvara num possante navio de uma inundação enviada à Terra pelo Ser Supremo, em resultado da maldade do homem.

Índios americanos

Os índios americanos têm várias lendas segundo as quais uma, três ou oito pessoas se salvaram num barco acima do nível das águas, no cume de um alto monte.

Polinésia

Os polinésios têm histórias de um dilúvio onde 8 pessoas escaparam.


Mais tradições poderiam aqui ser mencionadas, como a dos persas, sírios, frígios, lituanos, esquimós, aborígenes, egípcios, etc. Na seguinte imagem podemos ver as semelhanças e diferenças de algumas tradições diluvianas em relação ao Dilúvio bíblico.

flood_traditions

De acordo com a história bíblica, estas diferentes versões de um dilúvio são fáceis de explicar. A Bíblia diz-nos em Génesis 11 que Deus confundiu a língua dos homens. As pessoas começaram a falar mais idiomas, sendo que tiveram de se juntar por grupos e dispersar do local onde se encontravam.

O acontecimento do Dilúvio teria sido passado de geração em geração e quando, após Babel, os diferentes povos criavam a história das suas origens, a menção ao dilúvio foi algo que não faltou, já que sabiam que uma catástrofe do género tinha acontecido. Tendo perdido a comunicação com o resto da população e, por conseguinte, com aqueles que mais bem conheciam a história, as distorções em relação ao verdadeiro facto diluviano eram inevitáveis. E a quantidade de distorções varia de povo para povo.

Agora… para quem não acredita no Dilúvio bíblico, há uma pergunta que eu gostaria de colocar: por que razão todos os povos antigos e menos antigos se referem a uma catástrofe diluviana e não a outro tipo de destruição? Quer dizer… se o dilúvio é apenas um mito, por que motivo todos estes povos fazem referência a ele? Por que não há tradições de… sei lá… a terra ter sido destruída por fogo caído do céu ou os deuses terem enviado trovões que destruíram a humanidade ou outra coisa qualquer? Se os diferentes povos apenas procuravam uma história da carocinha, por que todos eles foram escolher um dilúvio catastrófico? Mais, se nunca houve um dilúvio, por quê fazer referência a um?

Todos estes relatos são fruto de uma coincidência massiva ou, antes, representam uma História distorcida? Creio que a resposta é clara. Quem rejeita o dilúvio não rejeita apenas o relato bíblico, mas o relato de todos os outros povos de todo o mundo.

Deus vai voltar a julgar o mundo, tal como julgou o mundo de Noé. De que lado da porta estás tu?


Pois eles de propósito ignoram isto, que pela palavra de Deus já desde a antiguidade existiram os céus e a terra, que foi tirada da água e no meio da água subsiste; pelas quais coisas pereceu o mundo de então, afogado em água” (II Pedro 3: 5-6)


REFERÊNCIAS OU NOTAS:

[*1] – Halley, H. (1983) “Manual Bíblico”, São Paulo: Sociedade Religiosa Edições Nova Vida, pág. 24

Fonte: Blog A Lógica do Sabino


Nota: Se essas semelhanças estivessem presentes nas formas de vida, os darwinistas infereriam uma descendência comum. No entanto, como estas semelhanças suportam uma História que eles não querem aceitar (Dilúvio), então já não inferem uma descendência comum. Depende apenas do que lhes interessa.

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